terça-feira, 22 de maio de 2018

Estudar é inovar


300 cursos online e gratuitos em universidades da Ivy League
Por Priscila Bellini
17.05.2018




As universidades que integram a Ivy League são presença garantida em rankings internacionais. E, não à toa, são também rigorosas em seu processo de seleção – escolhendo uma margem pequena dos alunos que enviam applications todos os anos. Mas, para quem sonha em estudar nessas instituições, há outras opções possíveis: em especial, os cursos online e gratuitos em universidades da Ivy League.

Vale lembrar, antes de tudo, que todos os membros dessa associação dispõem de formação à distância, a preços módicos ou mesmo de forma gratuita. Nomes como Harvard e Yale já disponibilizaram aulas consagradas pelo Youtube e integram plataformas como edX e Coursera.

Conheça cursos online e gratuitos em universidades da Ivy League 

Moralities of Everyday Life, em Yale
Como o próprio nome sugere, a formação dá conta de questões morais que fazem parte do dia a dia, como “de onde vem o nosso senso de certo e errado?”. Ministrado por Paul Bloom, professor de psicologia e ciências cognitivas de Yale, está disponível na plataforma Coursera e é gratuito para aqueles que solicitam financial aid.

Curso especial sobre a China, em Harvard
Esse curso online divide-se em dez partes e a parte 1, disponível na plataforma edX (assim como o restante das aulas), é ministrada por Peter K. Bol e por Wiliam C. Kirby, professores de Harvard. De início, os materiais cobrem noções de História e política no país asiático, analisando pensadores chineses como Confúcio.

Inglês para Jornalismo, Negócios e STEM, na Universidade da Pensilvânia
Os apaixonados por jornalismo que precisam aperfeiçoar o inglês podem contar com esse curso online da UPenn, disponível no site Coursera. A proposta é guiar o estudante pelas tarefas básicas da profissão (como fazer entrevistas e sugerir pautas), para depois ensinar vocabulário necessário para textos de revistas e jornais em inglês.
A mesma iniciativa da UPenn disponibiliza formações específicas para outras áreas, como Inglês para Ciências, Tecnologia e Matemática e Inglês para Negócios e Empreendedorismo.

CS50, em Harvard
O curso de Ciência da Computação queridinho de Harvard, criado por David J. Malan, ensina aos alunos como “pensar algoritmicamente e resolver problemas eficientemente”. A formação inteira é gratuita, disponível pela plataforma edX, mas é necessário pagar uma taxa de 90 dólares para obter o certificado.


Inteligência artificial, na Universidade Columbia
Ministrado pela professora Ansaf Salleb-Aouissi, da Universidade Columbia, o curso apresenta conceitos básicos de inteligência artificial e demonstra como são aplicados em tecnologias atuais. Ao fim da formação, os alunos desenvolvem um projeto prático. É possível se inscrever pela plataforma edX.

Introdução às Finanças Corporativas, na UPenn
Esse curso, idealizado por Michael R Roberts, professor da Wharton School, apresenta desde conceitos aplicados a finanças pessoais até finanças corporativas. As aulas duram um mês e é possível assistir a elas gratuitamente, pela plataforma Coursera, caso o estudante precise de apoio financeiro.

Leading the life you want, na Wharton School
Criado pelo professor Stew Friedman, que trabalha com desenvolvimento de liderança na Wharton School, o curso dura um mês e permite que os alunos “explorem suas habilidades de liderança” e as desenvolvam por meio de exercícios práticos. É possível se inscrever pela plataforma Coursera e obter auxílio financeiro para fazer o curso de graça.


Fazendo o governo funcionar, na Universidade Princeton
O “Making government work in hard places“, um dos cursos online e gratuitos em universidades da Ivy League, foca em desafios para melhorar o acesso a oportunidades. A professora Jennifer Widner, de Princeton, usa exemplos de países diversos para ensinar o “how to” para solução de problemas e está disponível na edX.

CitiesX: passado, presente e futuro da vida urbana, em Harvard
O curso de Harvard parte de dados interessantes sobre cidades: mais de 50% da população mundial vive em áreas urbanas, hoje em dia. A partir daí, o professor de economia Edward Glaeser leva os estudantes a analisar a constituição e os desafios presentes e futuros de cidades como Londres, Nova York e mesmo Rio de Janeiro. Para ter acesso ao curso, basta se inscrever pela plataforma edX.

Acesse a lista completa de 300 cursos online e gratuitos em universidades da Ivy League no site Quartz, neste link.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Transformações na mineração


Rio Tinto faz primeira viagem ferroviária sem condutor













Corrida de quase 100 quilômetros ocorreu sem condutor a bordo, sendo, por isso, considerada a primeira viagem de trem pesado totalmente autônomo da Austrália.
A Rio Tinto informou na manhã dessa segunda-feira, 2, a realização da primeira viagem ferroviária totalmente autônoma em suas operações de minério de ferro, na região de Pilbara, na Austrália Ocidental. A viagem piloto faz parte do processo de implantação do projeto AutoHaul®, cuja conclusão está prevista para o final de 2018.

O projeto AutoHaul® pretende automatizar os trens utilizados no transporte do minério de ferro para as instalações portuárias da mineradora. A Rio Tinto opera cerca de 200 locomotivas em mais de 1.700 quilômetros de trilha no Pilbara, transportando minério de 16 minas para quatro terminais portuários.

A corrida piloto de quase 100 quilômetros ocorreu sem condutor a bordo, sendo, por isso, considerada a primeira viagem de trem pesado totalmente autônomo já completada na Austrália.

Conforme divulgado pela mineradora, a jornada foi monitorada de perto e em tempo real por equipes da Rio Tinto e representantes do Escritório do Regulador Nacional de Segurança Ferroviária, tanto no terreno como no Centro de Operações em Perth.

Para o presidente-executivo da Rio Tinto Iron Ore, Chris Salisbury, o sucesso da viagem piloto de Wombat Junction para Paraburdoo é um passo significativo para a implantação completa do AutoHaul® em 2018, uma vez que todos os critérios relevantes de segurança e aceitação tenham sido atendidos e as aprovações regulamentares obtidas.

“Esta viagem nos coloca no caminho certo para atingir o nosso objetivo de operar a primeira rede ferroviária de longa distância, totalmente autônoma, que desbloqueará benefícios significativos de segurança e produtividade para o negócio”, afirmou Salisbury.

O executivo destacou ainda os benefícios da implantação do projeto AutoHaul®, incluindo variabilidade reduzida e aumento da velocidade em toda a rede, ajudando a reduzir os tempos de ciclo médios.

“A Rio Tinto orgulha-se de ser uma líder em inovação e tecnologia autônoma no setor de mineração global, e de oferecer vantagens competitivas a longo prazo ao construir as minas do futuro. Novos papéis estão sendo criados para gerenciar nossas operações futuras. Estamos preparando nossa força de trabalho atual para novas formas de trabalhar, para garantir que elas permaneçam como parte de nossa indústria”, disse.



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