sábado, 10 de novembro de 2018

Instrução profissional ao nivel da Provincia Mineral do Carajás, Salobro e região

EXCLUSIVA CURSOS E TREINAMENTOS CARAJAS E SALOBRO
Quando sua história é a história comum de muitas vidas
 
Quando olhar um álbum te dá a dimensão de sua obra, onde o que se vê não são simples fotos, mas momentos que marcaram vidas.  Surgimos num momento especial na região do Carajas, quando a mineradora VALE iniciou seu processo de melhoria contínua na sua mão de obra. 
Fomos pioneiros na região, quando iniciamos o treinamento operacional teórico e prático. 
Naqueles anos logo foi implantado os exames pré-admissionais, quando ajudamos na implantação das clinicas pioneiras do Dr. Antonio e Dra Edna, anos depois foi padronizado e inserido no processo seletivo para Carajas o Exame Psicotécnico e no intervalo iniciou primeiro o pagamento para os sindicatos determinado valor para treinamento de realocação e depois, definitivamente o treinamento operacional.
Participamos ativamente de todo o processo. Fomos a única empresa local a vislumbrar em cada nova exigência uma oportunidade.
Ao longo desses anos mais de dez mil pessoas passaram por nossas salas de aula, laboratórios, espaços de convivência. Somos orgulhosamente pioneiros e gestores de todas as outras escolas que surgiram depois.
Hoje temos uma visão ainda mais radical de treinamento, dedicamos um professor a cada aluno ou pequenos grupos e acompanhamos cada um até sua diplomação.
Nosso supletivo é rápido, dinâmico e dedicado. Em qualquer nível.
Consolidamos nosso negócio e criamos pensamento e amigos ao longo dos anos. Somos orgulhosamente EXCLUSIVA. Somos orgulhosamente ON DEMAND!

domingo, 14 de outubro de 2018

Mineração urbana, sustentabilidade


Por Marcelo Villela, outubro 11th, 2018, 12:13





O projeto busca gerar conhecimento que produza aplicações socioeconômico-ambientais. A chamada CNPq/SESCOOP recebeu um total de 374 propostas com um montante de recursos solicitados superior a 38 milhões de reais.

No Brasil, cerca de 250 milhões de lâmpadas fluorescentes são consumidas ao ano, mas apenas 6% são recicladas. O processo consiste na separação de mercúrio, tubos de vidro, cobre e alumínio. Na composição das lâmpadas, de 2% a 5% do seu peso total, encontra-se também pó-fosfórico, um material fluorescente que contém principalmente as terras-raras Ítrio, Lantânio, Cério, Praseodímio, Terbio e Európio, além de outros metais nobres de interesse.

Considerando a competência institucional em terras-raras e resíduos eletroeletrônicos, o CETEM submeteu o projeto Tecnologia, inovação e sustentabilidade no cooperativismo: modelo de gestão de resíduos eletroeletrônicos a partir do conceito de mineração urbana e foi contemplado na Chamada CNPq/SESCOOP nº 07/2018 – Faixa B, que visa o desenvolvimento científico, tecnológico e inovação em cooperativismo. Aliada à política nacional de gestão de resíduos eletroeletrônicos, a presente proposta busca motivar parcerias estratégicas entre governo, universidades, instituições de pesquisa e cooperativas, multiplicando-se a capacidade de investimento e de retorno através da difusão de conhecimento para avanços em ciência, tecnologia e inovação que contribuirão para o bem estar de toda sociedade.

O projeto, além de propor o modelo de cooperativa de mineração urbana e o modelo de capacitação técnica de seus cooperados, produzirá conhecimento, inovação e tecnologias adequados ao manejo de resíduos eletroeletrônicos, a partir de um estudo de caso da reciclagem de lâmpadas fluorescentes pós-consumo. A coordenação do projeto caberá à pesquisadora Ellen Giese, e a equipe será composta pelos pesquisadores Lúcia Xavier, Manuel Carneiro, Marisa Nascimento, Reiner Neumann e Ysrael Vera; e pelos colaboradores Bruno Montandon Barros, Adelson Castro, Luciana Mofati e José Blanco Pereira.
Fonte: CETEM

domingo, 23 de setembro de 2018

Suporte empresarial em Parauapebas

UM GRUPO DE EMPRESAS LOCAL SERVIÇOS DE TERCEIRIZAÇÃO,  CURSOS E TREINAMENTOS.




COM quase trinta anos de serviços prestados a diversas empresas e políticos da região a EXCLUSIVA CONSULTORIA, no deus Departamento de Cursos e Treinamentos teve a oportunidade de atender funcionários de uma antiga cliente sua, a GEOSOL. Contratada particularmente por seus funcionários, nesse fim de semana tivemos a oportunidade de entregar o treinamento prático aos Srs. ALEX SILVA SANTOS e EDILSON C. FRANÇA. Na oportunidade, após concluírem o treinamento teórico com os conteúdos de HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO, NR11, MANUTENÇÃO PREVENTIVA TOTAL e MECANICA DIESEL, foram habilitados para pegar no equipamento e trabalhar durante as três horas contratadas.
 O treinamento da EXCLUSIVA CONSULTORIA, à exceção das RACs, é individual. O cardápio é oferecido a cada aluno em particular, todas as aulas são individuais, em todos os cursos, como SOLDA, MECANICA, TORNEARIA, LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS, MESTRE DE OBRAS, ENCANADOR INDUSTRIAL, NR 10, ATBT, etc, conforme texto abaixo.
Há vários anos testamos esse formato e hoje contamos com uma extensa rede de indicações, podendo trabalhar com um perfil determinado de pessoas: profissionais que estão para serem promovidos ou quem tem emprego garantido e depende do treinamento de alto nível e focado. Só temos a comemorar. Entendemos que formar turmas além de penalizar quem quer e pode fazer de imediato o treinamento, faz as pessoas perderem um tempo do qual não dispõe, devido ao imediato das empresas que chegam a todo o tempo e precisam de mão de obra qualificada e pronta para o trabalho.




VALE – MJDT – ICEC – BUCYRUS – SOTREQ -  ABB – VORTEX – INTEGRAL - REPLACON – REDE CELPA – ENECOLPA - FACILITA – NORTE QUALIDADE - 
LUBRIN – RAPIDAO COMETA – HIDELMA – METSO – ODEBRECHT – NETLINK- ALUSA -  CEGELEC - VESSONI – GRANERO – DELLA VOLPE – ALTM – INTERTEK- KSM - ALAIR CALÇADOS – TRANSMINAS – TRANSPESMINAS – EME - BMT ENGENHARIA – EP ENGENHARIA. – DINEX – SAG ENGENHARIA - OTRACO GERENCIAMENTO – GRI – RECAPAGEM ALTEROSA – U & M - JÚLIO SIMÕES – MAKRO ENGENHARIA. – M SERVIÇOS – ANGLO AMERICAN - RIP ENGENHARIA – MNC – SOTER – MM ANDAIMES – SEMON ENGENHARIA - SIEMENS – AGERADORA – COOPMASP – COORSTEK – DEL REY VALVULAS - FUCHS – ITWPOLYMERS – MADEIREIRA JM – RUBBERPLAST – SEMMECT- SEDEN – PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAUAPEBAS – INSTITUTO AGAPE -GAMPAR – PREFEITURA MUNICIPAL DE CURIONOPOLIS – POLITICOS



 Atendemos a GEOSOL durante anos. TODAS essas empresas citadas foram atendidas por nós, sejam em TREINAMENTO, seja em RECRUTAMENTO E SELEÇÃO, seja em aplicação de TESTE PSICOTÉCNICO ou seja em TERCEIRIZAÇÃO DE MAO DE OBRA, como no caso da SOTREQ e outras, nas quais tivemos expressivo número de funcionários. Todos os nossos SERVIÇOS DE CONSULTORIA em Mineração, Siderurgia, bem como CONSULTORIA E PESQUISA POLITICA, foram aplicados na região. Afinal, somos uma empresa local, com ação nacional, atuando num expressivo leque de serviços e produtos. SOMOS EXCLUSIVA. SOMOS ON DEMAND!

domingo, 2 de setembro de 2018

Outro mundo


Áreas úmidas amazônicas passam boa parte do ano alagadas, diz estudo
Trabalho lista as 3.615 espécies de árvores das florestas da região
Publicado em 01/09/2018 - 18:21
Por Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil São Paulo




As florestas existentes nas planícies dos rios amazônicos passam quase metade do ano alagadas, revela estudo feito por um doutorando no Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, com apoio da bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). São 3.615 espécies de árvores conhecidas, número três vezes mais do que o registrado em vegetações como igapós, pântanos, campinas, mangues e várzeas, que constituem as áreas úmidas amazônicas.
 


Flor e fruto em desenvolvimento da Gustavia augusta (cachimbo ou catoré-mucura), uma das espécies da familia   Lecythidaceae,  que  forma  as  florestas  em  áreas  úmidas  da  Amazônia
Fapesp/Direitos  Reservados

“A lista com o nome de todas as espécies é a grande contribuição desse trabalho, que tem acesso aberto. Com a lista, será possível avançar em estudos futuros, pois há um vazio de conhecimento botânico sobre as áreas úmidas, principalmente nos afluentes dos rios Solimões e Amazonas. Se houvesse mais inventários, o número de espécies poderia triplicar de novo rapidamente”, disse o primeiro autor do artigo, Bruno Garcia Luize.

Para elaborar o estudo, os autores combinaram dados disponíveis em inventários florestais e coleções biológicas sobre os nove países onde a bacia amazônica está. O aumento do número de espécies é resultado da ampliação da área de investigação e dos tipos de habitat.

“Estudos anteriores focavam apenas nas florestas alagáveis das várzeas dos rios de água branca e nas planícies de inundação. Incluímos dados de igapós, de campinas alagadas e de mangues, por exemplo. Conseguimos também acrescentar dados, além da calha do Solimões-Amazonas, de afluentes importantes a partir de raros inventários florestais nos rios Purus, Juruá, Madeira e vários outros”, ressaltou Luize.

Segundo Luize, a grande sazonalidade das florestas de áreas úmidas que têm períodos de seca e de alagamento, podem deixar as árvores com até 8 metros de alagamento, o que faz com essas áreas sejam filtros ambientais que selecionam os indivíduos e espécies capazes de tolerar inundações. Mesmo assim, o total de espécies das áreas úmidas amazônicas compreende 53% das 6.727 espécies confirmadas em estudo mais recente da flora arbórea de toda a Amazônia.

Luize explicou também que a alta proporção de árvores ocorre pelo intercâmbio das espécies, que as áreas alagadas demandam um metabolismo diferente das árvores e que algumas espécies de terra firme também conseguem tolerar as condições de inundação.

“Porém, estudos mostram que as populações nos diferentes ambientes não têm a mesma performance. Basicamente, isso quer dizer que, se for plantada uma semente da mesma espécie de terra firme em uma área inundada, e vice-versa, elas provavelmente não vão vingar. Com isso, chegamos ao extremo que são espécies exclusivas de ambientes de áreas úmidas, ou que só ocorrem nos ambientes de terra firme”, disse.
Edição: Nádia Franco