quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Mais cobre, mais metais



Centaurus descobre novas áreas no projeto Salobo, no Pará
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21 de novembro de 2017 




 Empresa tem realizado prospecções na região. Foto: Divulgação/ Centaurus.
Cobre e ouro são os principais minerais disponíveis para extração. Este é o segundo anúncio da empresa em menos de duas semanas, de descobertas de áreas prospectadas para mineração.


O projeto Salobo West, em Marabá (PA), tem se mostrado cada vez mais promissor. Nesta segunda-feira (20), a Centaurus Metals, divulgou ter descoberto uma nova e longa anomalia de cobre e ouro dentro da área correspondente ao empreendimento. Conforme divulgado pela Revista Mineração, no dia 13 deste mês, a mineradora já havia informado ter encontrado alguns alvos de cobre e de ouro na região.

A pesquisa atual mostra que no prospecto SW1-A há uma anomalia que se estende por mais de 3,2 quilômetros, por uma largura de 800 metros. “A extensa anomalia de Cu-Au [Cobre-Ouro] em solo representa um alvo de IOCG [Minério de Ferro, Cobre, Ouro] excepcional, e está hospedada na mesma sequência estratigráfica e a apenas 15 km ao longo da camada mineralizada da [mina] de cobre-ouro Salobo, da Vale, indiscutivelmente o segundo maior IOCG do mundo”, informou a mineradora em nota.
Ainda segundo a empresa, tanto o prospecto SW1-A quanto o SW1-B abrigam diversos alvos de sondagem com IOCG, bem como apresentam características geológicas, estruturais, geoquímicas e geofísicas similares a outros depósitos de IOCG de Carajás.

O processo de licenciamento para a sondagem junto ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está em fase avançada, segundo a Centaurus, com previsão de aprovação para o início de 2018.

“É bastante raro que uma empresa júnior possa acessar projetos de exploração dessa qualidade no coração de uma das melhores províncias de mineração do mundo, perto de depósitos de primeiro nível e de minas de cobre-ouro e minério de ferro de classe mundial, em operação”, disse o diretor da Centaurus, Darren Gordon, em nota.

O executivo ainda salientou a importância de a mineradora ter acesso aos dados históricos que poderão permitir à companhia acelerar as atividades de exploração. “À medida que esses dados históricos forem revisados e validados e, à medida que nossa exploração avança, o valor significativo que vemos no projeto deve rapidamente tornar-se mais evidente para os nossos acionistas”, finaliza.

Salobo West
O projeto Salobo West fica a 15 quilômetros da mina Salobo, onde a Vale explora cobre e ouro. Segundo a Centaurus, a planta tem reservas de 1,2 bilhão de toneladas com teor de 0,63% de Cu e 0,4 g/t de Au e produziram aproximadamente 176.000 toneladas de cobre e 317.000 onças de ouro em 2016.

As áreas do projeto fazem parte de um acordo realizado entre Centaurus e Terrativa Minerais em outubro de 2016. O pacote, chamado Pará Exploration Package, inclui também o projeto de ouro Serra Misteriosa.


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Energia solar é tudo para nosso Brasil



Reservas extrativistas no Amazonas terão sistema de energia solar
Sustentabilidade
Moradores optaram pela geração de energia limpa que será aplicada na produção de açaí e mandioca - publicado: 28/09/2017 19h26 última modificação: 29/09/2017 00h11 




Arquivo/ICMBio
Equipamentos doados pela WWF têm 35 kW de capacidade




Itens relacionados
Uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o WWF está instalando sistemas de energia solar em reservas extrativistas no Amazonas. O objetivo é usar esse tipo de energia de origem limpa para reduzir a gerada a partir do óleo diesel e da gasolina, além de aumentar a produção local.

Neste mês, foram instalados quatro sistemas da primeira fase do projeto, todos nas reservas extrativistas situadas em Lábrea (AM), a Ituxi e a Médio Purus. A escolha dos sistemas elétricos com energia solar fotovoltaica para uso produtivo foi feita pelas associações extrativistas. 

Na Resex Ituxi, na comunidade Volta do Bucho, distante a cerca de 200 km da sede do município, ou no mínimo 6 horas de barco rápido (voadeira), foram instalados 3 sistemas. Um para bombeamento de água de poço, um para refrigeração e outro para uso de equipamentos produtivos.

Os sistemas também podem ser usados por agentes de saúde para controle da malária na região e também para o abastecimento de água da comunidade.

O WWF, com o apoio do ICMBio, concorreu ao edital de doação do ministério e ganhou um dos lotes, direcionando todo o equipamento para as duas reservas extrativistas de Lábrea. No total, esses equipamentos chegam a 35 kW de energia solar fotovoltaica.

“O equipamento funcionou bem, com algumas adaptações, o que mostra a durabilidade e a importância. O que antes estava num depósito que não pode ser usado pelo Programa Luz para Todos, agora vai impulsionar a produção sustentável extrativista na Amazônia”, disse a analista de conservação do WWF-Brasil, Alessandra Mathyas.
Fonte: Portal Brasil, com informações do ICMBio
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Bolsa Família



Com prazo no final, sete estados já prestaram contas da gestão do Bolsa Família
  • 28/09/2017 17h41
  • Brasília




Julia Buonafina *
Os estados e municípios têm até sábado (30) para lançar no Sistema SuasWeb a prestação de contas dos recursos para execução do Programa Bolsa Família. Os dados vão compor o Índice de Gestão Descentralizada (IGD) de 2016, que mostra a qualidade da gestão local do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único.

Até o momento, apenas sete estados e mais de 2 mil cidades brasileiras fizeram a prestação de contas. Caso as informações não sejam repassadas no prazo, o repasse do recurso de gestão fica suspenso, mas os beneficiários não serão afetados e continuarão recebendo o dinheiro do Bolsa Família.
Saiba Mais
É com base no IGD que o Ministério do Desenvolvimento Social calcula o repasse dos recursos de gestão dos programas para os entes federativos. O balanço das contas será enviado aos conselhos municipais e estaduais de Assistência Social para validar as informações.

A comprovação dos gastos é analisada pelos conselhos locais de Assistência Social, que têm mais um mês para apreciar e validar as contas. Os valores recebidos variam conforme o desempenho na gestão dos programas, que é medido pelo Índice de Gestão Descentralizada (IGD).

Após a validação das informações, o Ministério do Desenvolvimento Social, que apoia as ações voltadas à gestão e execução do Bolsa Família, repassará os recursos, que servem para custear internet, equipamentos de informática e até mesmo veículos.
* Estagiária sob orientação do editor Davi Oliveira
Edição: Davi Oliveira